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25/02/2009

Ronda Transal - Santa Catarina

Em quatro dias, 27 pessoas morrem nas estradas de SC

Antes mesmo do fim das operações de Carnaval das polícias rodoviárias federal e estadual, o saldo de mortes em Santa Catarina é trágico. O número de pessoas que perderam a vida nas estradas catarinenses de sexta-feira até a noite desta terça-feira é superior ao mesmo período do ano passado. O aumento já chega a 42%, de acordo com dados preliminares levantados pelo Diário Catarinense.

Os acidentes já vitimaram 27 pessoas no Estado nesse período. A maioria — 18 mortes — aconteceu em estradas federais. Em 2008 foram 19 mortes (15 em rodovias federais e quatro em estaduais).

Os bafômetros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) — pelo menos 24 nos postos e seis em carros na BR-101 — foram utilizados para prevenir acidentes provocados por motoristas alcoolizados e punir quem estivesse dirigindo bêbado. Somente na segunda-feira foram feitos mais de 100 testes, conforme o superintendente da corporação no Estado, Luiz Ademar Paes.

Entretanto, somente uma das mortes, no Sul do Estado, tem ligação com o abuso de bebidas alcoólicas combinado com a direção. Mesmo assim, até esta terça-feira o superintendente destaca que mais de 30 motoristas foram presos por embriaguez.

A operação, que tem 200 policiais envolvidos e conta com 20 radares (entre fotográficos e portáteis), um helicóptero, e 12 veículos, terá os dados finais divulgados nesta quarta-feira. Porém, as causas das mortes têm uma explicação.

— A imprudência, a falta de educação no trânsito, a vontade de chegar um pouco antes, com ultrapassagens em locais indevidos geram os acidentes graves — afirmou Paes.

A Polícia Militar Rodoviária (PMRv) finaliza a Operação Alegria ao meio-dia de quarta. Foram 164 acidentes envolvendo 278 carros e deixando 105 vítimas feridas, além de oito mortes. Trabalharam nos 3.810 quilômetros de malha viária, 172 policiais. Conforme o soldado Sidney Eduardo Garcia, as rodovias com movimento mais intenso foram as que ficam próximas a balneários.


Fonte: Lilian Simioni - Diário Catarinense


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