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13/01/2009

Lula: aumento do desemprego pode causar convulsão social

"este ano temos que tomar a iniciativa de fazer a roda gigante girar, senão a crise corre o risco de ser ainda mais forte".

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em seu primeiro evento público de 2009, a abertura da feira internacional de calçados Couromoda, observou nesta segunda-feira que os países emergentes provaram seriedade ao mundo desenvolvido e afirmou que "essa crise não pode durar muito tempo sob o risco de uma convulsão social", se referindo ao aumento nas taxas de desemprego do País.

Mesmo assim, Lula iniciou discurso com otimismo e informou que o Brasil vai privilegiar, no início deste ano, os gastos nos investimentos e cortar o que for possível nos custos.

Segundo ele, a Ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, não pode permitir a paralisação de nenhuma obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)."Não faltará dinheiro para investimento, agora é a hora de o Estado provar que pode cumprir seu papel", disse.

Ele afirmou ainda aos empresários do setor de calçados: "temos que construir 2009, muita gente fala que parece que eu gosto da crise, mas não é isso. Se o Brasil se preparar bem, quando o crescimento for retomado, levaremos o jogo".

O presidente do País também respondeu a algumas críticas. "Tem gente que não gosta desse meu otimismo. Sou brasileiro, corintiano, católico e presidente do País, não tem como não ser".

Ainda sobre os investimentos, Lula afirmou que "este ano temos que tomar a iniciativa de fazer a roda gigante girar, senão a crise corre o risco de ser ainda mais forte".

Em relação à situação dos Estados Unidos com a crise financeira, ele considera que o presidente eleito Barack Obama está "com um pepino muito grande nas mãos, por isso não pode perder tempo".


Fonte: Redação Terra


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