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25/03/2010

Confiança do consumidor melhora em março e sobe 0,6%

Segundo a FGV, as avaliações sobre a situação atual tornam-se menos favoráveis enquanto cresce expectativa para os próximos meses

O consumidor voltou a mostrar humor positivo em março. É o que revelou o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) desse mês, que apresentou taxa positiva de 0,6% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. Essa taxa ficou acima da apurada no mês passado, quando o índice caiu 2,2% em fevereiro na comparação com mês anterior.

Com o resultado, o desempenho do indicador, que é calculado com base em uma escala de pontuação entre 0 e 200 pontos (sendo que, quando mais próximo de 200, maior o nível de confiança do consumidor), foi de 110,2 pontos para 110,9 pontos, de fevereiro para março.

Em seu informe, a fundação informou que, em março, as avaliações sobre o momento atual tornaram-se menos favoráveis e as expectativas em relação aos próximos meses mais otimistas. O ICC é dividido em dois indicadores: o Índice de Situação Atual (ISA), que caiu 1,5% este mês após recuar 0,8% em fevereiro; e o Índice de Expectativas (IE), que mostrou alta de 2,1% em março após apresentar taxa negativa de 3,0% em fevereiro.

Ainda segundo a fundação, o ICC subiu 13,2% em março, na comparação com igual mês em 2009. No mês passado, o indicador nesta comparação avançou de forma mais intensa, com alta de 15,3% ante fevereiro de 2009.

Bens duráveis puxam índice

A melhora nas expectativas de compras de bens duráveis (como automóveis e geladeiras) para os próximos meses levou à taxa positiva de 0,6% no Índice de Confiança do Consumidor (ICC) de março ante fevereiro. Após três meses consecutivos mostrando resultados ruins, a fatia de consumidores entrevistados que esperam comprar mais duráveis nos próximos seis meses subiu de 9,5% para 11,6%, de fevereiro para março. No mesmo período, caiu de 31,0% para 29,8% o porcentual de entrevistados que projetam comprar menos produtos deste tipo, no futuro.

Ainda segundo a FGV, o otimismo das famílias com relação às finanças pessoais no horizonte de seis meses manteve-se estável, sendo sustentado por expectativas favoráveis quanto ao mercado de trabalho. De fevereiro para março, o porcentual de consumidores entrevistados que estimam melhora nas finanças da família aumentou de 28,7% para 29,4%; já a parcela de pesquisados que projeta piora passou de 3,7% para 3,8%, no mesmo período. O levantamento abrange amostra de mais de 2.000 domicílios, em sete capitais, com entrevistas entre os dias 1 e 22 de março deste ano.


Fonte: O Estadão


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