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25/02/2010

Confiança da indústria em fevereiro atinge maior nível desde 2007, diz FGV

O grau de otimismo reflete em previsões favoráveis para novas contratações.

O ICI (Índice de Confiança da Indústria) da FGV (Fundação Getulio Vargas) em fevereiro cresceu 1,9% sobre janeiro, ficando em 115,8 pontos, contra 113,6 um mês antes. Trata-se do maior nível desde dezembro de 2007 (116 pontos), considerando-se dados com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira.

Apesar dos sinais de acomodação da produção entre o fim de 2009 e o início deste ano, o grau de otimismo do empresariado se reflete nas previsões favoráveis para novas contratações e nas perspectivas para os negócios nos próximos seis meses, diz a FGV.

O ISA (Índice da Situação Atual) subiu 0,7% neste mês, ao passar de 112,6 para 113,4 pontos; o IE (Índice de Expectativas), por sua vez, subiu 3,3%, passando de 114,5 para 118,3 pontos, o maior da série histórica. Pelo sexto mês consecutivo, o IE superou o ISA, indicando otimismo em relação aos meses seguintes, segundo a FGV.

A parcela de empresas que avaliam a situação dos negócios como boa teve ligeira redução, passando de 35% para 32%; já a proporção das que a consideram fraca diminuiu de 11,5% para 8%.

As previsões para os próximos meses são favoráveis em todos os quesitos que compõem o IE, com destaque para o indicador de emprego futuro, que alcançou o maior nível (128,3 pontos) desde julho de 1986 (129,7 pontos). Das 1.056 empresas consultadas, 31,3% pretendem aumentar o total de pessoal ocupado na empresa no trimestre fevereiro-abril; apenas 3% preveem demissões. Em janeiro, esses percentuais foram de 26,5% e 5,7%, respectivamente.

O Nuci (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) passou para 84% após dois meses de estabilidade, em 83,8%. O nível atual é o maior desde outubro de 2008 (85,1%), ficando acima da média desde 2003 (83%), mas abaixo da média do biênio 2007-2008 (85,1%). Entre as categorias de uso, os bens de consumo e os intermediários tiveram ligeiras quedas, enquanto o Nuci do setor de bens de capital passou de 82% para 82,9%.


Fonte: Folha Online


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