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15/07/2008

Vantagem do álcool sobre gasolina está no limite

A alta dos preços do etanol (álcool) ao produtor já está chegando às bombas e fazendo com que o combustível renovável perca competitividade em relação à gasolina. É o que aponta a pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Dados do setor indicam que o álcool é vantajoso até seu preço atingir 70% do preço da gasolina. No Ceará, esse limite já foi praticamente atingido. De acordo com o levantamento da ANP, na semana entre os dias 6 e 12 de julho, o valor do litro do álcool (preço médio de R$ 1,797) representava 69,84% do valor do litro da gasolina (R$ 2,573 em média).

Os dados da ANP mostram também que, nas quatro últimas semanas, o preço médio do litro do álcool no Ceará subiu 3,27%, passando de R$ 1,740 para R$ 1,797. Apesar disso, a fonoaudióloga Karine Matos, que tem um carro flex, diz que ainda opta pelo etanol na hora de abastecer. "Sempre coloco álcool. Apesar de a diferença estar pouca, ainda compensa. Tem gente que diz que com gasolina o rendimento é maior, mas no meu caso não. Meu carro faz a mesma quilometragem, tanto com álcool quanto com gasolina", explica.

Análise feita pela Agência Estado com base nos dados da ANP na semana terminada em 12 de julho, mostra que o etanol era mais vantajoso que a gasolina em 14 estados, na média. Na semana anterior, o combustível era competitivo em 16 estados. O número de estados onde a gasolina ganha do álcool subiu de 11 para 13 no período. A competitividade do etanol segue firme principalmente em Mato Grosso, São Paulo e Paraná. Os Estados em que a gasolina segue com muita vantagem em relação ao etanol são Amapá, Roraima e Pará.

Semana

Na semana terminada em 12 de julho, as maiores altas no preço do etanol na bomba foram registrados nos Estados de Pernambuco (+6,2%), Paraíba (+6%) e Alagoas (+4,34%) em função, principalmente, do final da safra da região Norte/Nordeste. Rio Grande do Norte e Amazonas também registraram alta significativa de 3,67%. No total, o álcool registrou alta em 16 Estados e queda em 11 Estados.

A reportagem tentou entrar em contato com o presidente do Sindicato do Comércio de Derivados de Petróleo do Estado do Ceará (Sindipostos), mas inicialmente o telefone estava desligado e depois ocupado. O vice-presidente também foi procurado, mas até o fechamento desta edição não havia retornado os recados na caixa postal.


Fonte: Jornal O POVO




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